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  • Delirium em UTIs: um problema comum e muito sério

    Esse estado de confusão mental afeta até 87% dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva e pode colocar a vida deles em perigo. Daí a necessidade de prevenir ou identificar rapidamente a alteração, tomando as providências necessárias
    O fato de ficar doente, por si só, já arrasa com emocional. A rotina muda, ficamos impossibilitados de exercer nossas atividades cotidianas e vem aquela sensação tremenda de impotência e fragilidade.
    O estresse é redobrado quando a enfermidade exige internação em uma unidade de terapia intensiva (UTI).
    “Um conjunto de fatores pode fazer com que o paciente perca suas referências, levando à desorientação: o fato de permanecer afastado de seus familiares; o ambiente estranho; a ausência de luz natural; o excesso de ruídos, entre outros”, enumera o Dr. Filipe Gusman, geriatra do grupo Americas Serviços Médicos.
    Além disso, é preciso considerar que a própria doença e os medicamentos utilizados para tratá-la têm potencial de desequilibrar o organismo, especialmente as substâncias que conduzem os impulsos elétricos entre os neurônios, dando forma aos pensamentos.
    É aí que surge uma condição chamada delirium, que se caracteriza por confusão mental, aliada à agitação ou apatia. Mais frequente do que se imagina, ela chega a afetar até 87% dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva, sobretudo os idosos, de acordo com um levantamento da USP Ribeirão Preto (SP). Mas também pode ocorrer em casa e acometer pessoas mais jovens, com menor frequência — no momento da admissão hospitalar, cerca de 14% a 24% das pessoas já sofrem com o problema.

    A alteração se distingue da demência por apresentar início súbito e flutuante, comprometendo a memória, a percepção, o senso de orientação e o comportamento.
    Identificá-la rapidamente é fundamental, pelo fato de ser capaz de colocar a vida do paciente em risco. “Nossa experiência mostra que o delirium aumenta o tempo de permanência no hospital, deixando o paciente mais vulnerável a infecções e complicações relacionadas à imobilidade (como trombose e problemas respiratórios)”, alerta o enfermeiro Paulo Cesar Fonseca, da Unidade de Terapia Intensiva, do grupo Americas Serviços Médicos.

    Para se ter uma ideia de como o assunto é sério, o estudo da USP Ribeirão estima um percentual de mortalidade de 22 a 76%, em pacientes internados com delirium.
    Uma equipe treinada para reconhecer a alteração faz toda a diferença na reversão do quadro. “Nesse caso, é possível adequar as medicações, corrigir eventuais deficiências sensoriais, com o uso de óculos ou aparelho auditivo, por exemplo, solicitar um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico e até prescrever o uso de antipsicóticos, se necessário”, pontua o Dr. Filipe.

    Vale lembrar, porém, que a prevenção é sempre a melhor medida. “Com acolhimento, comunicação assertiva sobre os motivos da internação e os procedimentos que serão realizados, além da permanência de familiares na UTI, por um tempo maior, com certeza minimizam os riscos”, completa o médico.
    Veja, a seguir, esclarecimentos para outras dúvidas comuns sobre o assunto:

    Quais os fatores que predispõem a essa condição?

    Idade avançada; cirurgia recente; doenças pré-existentes, como infecções, demência, infarto e AVC; traumas; uso de dispositivos invasivos, como sondas; desnutrição, imobilização prolongada; desidratação; privação de sono e uso de certos medicamentos.

    O que é possível fazer quando o delirium está relacionado ao uso de medicamentos?

    Normalmente, o paciente passa pela avaliação de um médico, que pode rever o esquema de medicação e incluir um antipsicótico, se necessário.

    É possível prevenir a complicação?

    Sim, essa é a melhor estratégia. Musicoterapia, passeios em ambiente externo, banhos de sol, fazer com que o paciente caminhe, o mais precocemente possível, e auxílio para orientação (diferenciação de dia e noite, datas e fotos da família) ajudam muito na prevenção, assim como o ajuste de medicações e intervenção psiquiátrica ou psicológica.

    E o sono, fica prejudicado na UTI? Há como melhorar as condições de descanso?

    Com certeza. Nós ajustamos os horários de medicamentos, recorremos a protetores auriculares e máscaras para dormir, desligamos equipamentos barulhentos, quando possível, e deixamos, por exemplo, a lixeira para fora do quarto, para reduzir a frequência de entrada de profissionais da limpeza.

    Fontes: Dr. Filipe Gusman, geriatra do grupo Americas Serviços Médicos; Paulo Cesar Fonseca, enfermeiro do grupo Americas Serviços Médicos.

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  • Mulheres devem ter mais atenção aos cuidados com o coração

    Sintomas mais discretos de infarto no público feminino podem atrasar a percepção da gravidade do caso

    Rio de Janeiro, RJ (abril de 2018) – As doenças cardiovasculares são a maior causa de morte no Brasil, sendo responsáveis por cerca de 360 mil óbitos por ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). E de cada dez que acontecem em decorrência de infarto, seis são de homens e quatro de mulheres, de acordo com estudo da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Esse quadro faz com que especialistas alertem o público feminino sobre a importância de cuidar da saúde do coração. >>

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